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Longa metragem conta a vida do "médico dos pobres", Bezerra de Menezes. |
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O longa-metragem “Bezerra de Menezes: o Diário de Um Espírito”, dirigido pelos cineastas cearenses Glauber Filho e Joe Pimentel, será lançado nas salas de cinema de todo o Brasil no dia 29 de agosto, data de aniversário do cearense conhecido como o “Médico dos Pobres”.
"Bezerra de Menezes: o Diário de Um Espírito” é uma produção da Trio Filmes com distribuição nacional da Fox Filmes do Brasil e conta com a participação de atores de renome nacional, como Carlos Vereza, que faz o papel principal do médico cearense Bezerra de Menezes, Lúcio Mauro, Caio Blat, Paulo Goulart Filho e Ana Rosa, além de um casting de atores cearenses. O filme teve locações em dois Estados. No Ceará, as locações foram em Fortaleza e nos municípios de Guaramiranga, Pacoti, Aratuba, Icó e Maranguape. A equipe de atores e da produção também fez gravações em Recife (PE). Para a realização do longa-metragem, foi elaborada uma extensa e cuidadosa pesquisa histórica pelo biógrafo de Bezerra de Menezes, Luciano Klein, e também pela roteirista Andréa Bardawill. Através do trabalho de figurino, maquiagem e cenário, o longa-metragem realiza uma fiel reconstituição da época em que viveu o médico, desde o seu nascimento, em 1831, na localidade de Riacho do Sangue, hoje, município de Jaguaretama, no interior do Ceará, até sua morte. Aos dezoito anos, o protagonista inicia no Rio de Janeiro seus estudos de Medicina. Na então Capital da República, elegeu-se vereador e deputado em várias legislaturas e defendeu as idéias abolicionistas. Mas o que lhe trouxe o maior reconhecimento de seu povo foi o trabalho anônimo realizado em prol dos desfavorecidos. Por conta disso, ficou conhecido como o “Médico dos Pobres”. Seja como político devotado às causas humanitárias ou como médico conhecido por jamais negar socorro a quem batesse à sua porta, Bezerra de Menezes tornou-se um exemplo de homem e escreveu uma história de vida marcada pelo amor e pela caridade.
Assista ao trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=DdPyFpj6aI4 |
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Dois filmes pernambucanos no Cine Brasil |
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O longa pernambucano Árido Movie será exibido, nesta quita-feira (7), no especial Cine Brasil do projeto CineSESC, às 19h, em João Pessoa. O filme demonstra a realidade em dois pontos distintos: de um lado a metrópole paulistana e do outro o Sertão pernambucano. Na sexta-feira (8) é a vez do Baixio das Bestas, com exibição às 12h e 19h, no mesmo local. O drama gira em torno de uma menina explorada pelo avô.
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Mostra com obras de cineastas compositores reúne 14 filmes no CCBB Rio |
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A primeira edição da Mostra Luz, Câmera, Música!: Cineastas Compositores fica em exibição no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, de 05 a 17 de agosto. O evento reúne 14 filmes de diretores que compõem suas próprias trilhas sonoras e viaja por diferentes estilos cinematográficos e musicais, do drama ao suspense, do punk à música clássica. Serão exibidas obras de sete cineastas de diferentes nacionalidades: o bósnio Emir Kusturica, vencedor de duas Palmas de Ouro em Cannes por A Vida é um milagre e Underground - Mentiras de Guerra; Hal Hartley, ganhador do prêmio de Melhor Roteiro do Festival de Cannes por Simples Desejo; o espanhol Alejandro Amenábar, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por Mar Adentro; o alemão Tom Tykwer, diretor de Corra, Lola, Corra; o inglês Mike Figgis, do premiado Despedida em Las Vegas; o argelino Tony Gatlif, ganhador da Palma de Ouro de Melhor Diretor por Exílios; e o brasileiro Carlos Reichenbach, diretor de filmes como Garotas do ABC. Serviço Evento: Mostra Luz, Câmera, Música!: Cineastas Compositores Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro Período: de 05 a 17 de agosto Ingressos: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia) Informações: (21) 2286-3699 / 2266-0524 |
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Teatro Apolo recebe ciclo de debates |
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As interfaces estabelecidas entre o som e a imagem são tema do ciclo de debates realizado entre os dias 05 e 06/08, no Teatro Apolo, das 18h às 21h. A partir de ganchos temáticos estipulados com base nas saídas de mercado possíveis, cineastas, músicos, produtores e críticos discutirão com o público presente tangenciações pertinentes ao recorte temático em questão.
Para a noite inaugural reservou-se o tópico “O papel da música no cinema” que contará com os debatedores Marcos Toledo (crítico de música e cinema), Leo Falcão (cineasta e músico), Daniel Bandeira (Cineasta) e Tomaz Alves de Souza (compositor das trilhas de “Cinema, Aspirina e Urubus” e “Amigos de Risco”) e mediação de Luiz Joaquim (crítico de cinema e curador do Cinema da Fundaj). Precedendo o debate, será exibido o documentário Entre o Cinema e o Erudito (1993), de Vassili Silovic, focado na obra/trajetória do compositor italiano Nino Rota, notório por suas obras compostas para diversos filmes de Federico Fellini, bem como d’O Poderoso Chefão. |
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Cinemão real |
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Thiago Lins Apesar do título fantasioso, Era uma vez faz parte da safra de películas brasileiras que levam a realidade à telona (curiosamente, a ficção fica a cargo das novelas). A sobrecarga de realidade do enredo poderia até ser chata para quem conhece o cotidiano urbano-brasileiro, mas acaba funcionando como um recurso dramático. Recurso que foi bem alinhado à fotografia – um casamento orgânico e de contrastes, que captou as duas pontas do Rio de Janeiro. O gente boa Dé (Thiago Martins) é balconista de um quiosque numa praia da sofisticada Zona Sul do Rio. É lá que ele fica contemplando Nina (Vitória Frate), que dá o ar de sua graça na varanda de seu apartamento. Os dois se conhecem quando Dé salva Nina de um assalto, e a partir daí o enredo se torna previsível, oscilando entre o cotidiano banal e o conto de fadas e/ou contra-senso do amor sobre todas as coisas. Filho caçula, Dé perde o promissor irmão do meio, que sonha ser jogador do Flamengo (outro clichê). Beto é vitimado pela inveja de um traficante. Dé rouba um revólver para vingar a morte do irmão. Carlão (Rocco Pitanga), o mais velho, toma a arma e é flagrado com ela, por coincidência, em ocasião de um arrastão na praia, com o qual não tinha nada a ver. Típico caso em que o determinismo supera a determinação: o crime pode ser uma pedra intransponível no caminho da juventude, como a história deixa claro.
O segundo longa metragem de Breno Silveira (Dois Filhos de Francisco) não deve ser comparado ao brilhantismo do arrasa-quarteirão que o precede, mas emociona também. E, se em Dois Filhos o pai era o guia, em Era Uma Vez é a mãe que toma a dianteira: como acontece com mais de 20% dos jovens brasileiros, Dé, Beto e Carlão não têm pai. A importância e a intensidade do relacionamento materno são bem transmitidas, em atuações fortes. Meio trágico, meio cômico, Thiago Martins imprime aquele olhar trincado e desconfiado de morador de morro, ao mesmo tempo em que faz rir tentando pagar de surfista para impressionar sua “princesa”. Morador do Morro do Cantagalo (assim como o personagem, o que fez o ator se achar imbatível para a missão), Thiago pelejou até convencer o diretor. Conseguiu depois de castigar a pele sob o sol e deixar um bigode ralo, quebrando o estereótipo de ator bonitinho. Por sua vez, Vitória Frate faz uma atuação regular por uma imposição de seu próprio papel: a vidinha mais-ou-menos da classe média carece de expressão. O destaque vai para Rocco Pitanga, que faz o figuraça Carlão. Espirituoso, o personagem conquista o espectador com uma simpatia que transcende o caráter, daquelas que podem até nos fazer torcer pelos vilões. Como o roteiro dá a entender, Era uma vez não foi concebido para surpreender. O papel do filme é outro: é preciso ver uma história que poderia ter sido nossa, para refletirmos. A realidade que nos cerca na rua às vezes nos atinge primeiro numa sala de cinema. |
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Mostra “Paris, Cidade...” |
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O cineclube da aliança francesa exibe, na próxima semana, a mostra “Paris, Cidade...”, com uma seleção de filmes que tenham como eixo temático/conceitual a cidade luz. Sob a curadoria de Marcelo Lordello, Marcelo Pedroso e Raquel do Monte, serão apresentados filmes de diversos períodos e matizes estéticas, como Entr’Acte, de René Clair, realizado em 1925 e Chats perchés, de 2004, dirigido por Chris Marker. |
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O que esse Batman tem? |
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Batman, O Cavaleiro das Trevas é, antes de tudo, um filme eficiente. Nada mais natural, em se tratando de um standard cujo sucesso – de público, sobretudo – se fazia anunciar antes mesmo de sua estréia, num processo que parece mesmo justificar a sua condição de megaprodução. Uma constatação de tal natureza não pode, contudo, anular as particularidades do filme diante dos seus pares, predecessores imediatos na genealogia cinematográfica do homem-morcego. Existe, no jogo de associações simbólicas estabelecido entre o espectador e as representações a que está exposto, um complexo de relações de aproximação e distanciamento afetivo estabelecido a partir de caracteres os mais distintos, que tentam direcionar, na medida do possível, as pulsões subjetivas do público diante de um determinado discurso fílmico, que pode estar centrado tanto numa nuance psicológica quanto na composição de um determinado personagem-vedete. George Sadoul (1904 - 1967), ao analisar o êxito das turnês do cinematógrafo Lumiére, defende que este se deu menos pelo aspecto pitoresco das primitivas imagens em movimento do que à revelação, através da exposição de processos cotidianos comezinhos, de um universo espectral dotado de uma realidade possível, quase palpável – fascinante, por fim – que os imergisse e integrasse como parte deste universo. |
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Último dia para se inscrever no CineEsquemaNovo |
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Encerram-se hoje as inscrições de filmes para as mostras competitivas do CineEsquemaNovo 2008 - Festival de Cinema de Porto Alegre (CEN). São aceitos curtas, médias e longas-metragens de todos os formatos, técnicas, gêneros e bitolas, com finalização datada a partir de abril de 2006.
As produções selecionadas participam da quinta edição do CEN, que acontece de 11 a 17 de outubro de 2008, em Porto Alegre, com programações especiais, mostras competitivas de curtas, médias e longas-metragens, debates, oficinas e eventos paralelos.
Regulamento, incrição e outras informações: www.cineesquemanovo.org/. |
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Programadora Brasil recebe filmes para catálogo |
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Estão abertas, até 1º de setembro, as inscrições de filmes e vídeos para o catálogo da Programadora Brasil. Com o objetivo de democratizar o processo de inclusão de títulos no programa, serão aceitas obras audiovisuais de qualquer gênero, formato e ano de realização desde que tenham o Certificado de Produto Brasileiro (CPB), emitido gratuitamente pela Ancine (www.ancine.gov.br), com ressalva para as séries originalmente realizadas para TV, que não serão aceitas. Regulamento, inscrições e outras informações: www.programadorabrasil.org.br/. |
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O novo Museu da Imagem e do Som de São Paulo |
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Gabriela Lobo Sob nova direção, a Instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura retorna à ativa com exposições internacionais, apresentação de VJs, show de música experimental e transmissões ao vivo via internet, além da criação do primeiro laboratório público de novas mídias do Brasil. O Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) retoma sua programação a partir de 9 de agosto, sábado, após a conclusão do projeto de readequação e modernização de suas instalações físicas. A Instituição, que desde novembro de 2007 está sob direção geral da curadora e crítica de artes visuais Daniela Bousso (responsável por dar impulso ao conceituado Paço das Artes), apresenta uma proposta inovadora de atuação ao reassumir sua vocação de centro de produção, difusão, conservação, pesquisa e formação artísticas, com foco nas novas linguagens.  Croqui do projeto arquitetônico do MIS Uma das prioridades da atual direção é diversificar a programação cultural. Desta forma, além de resgatar tradicionais festivais de cinema, mostras de vídeo e exposições de fotografia que consagraram o local como referência cultural na cidade, a partir da agora seus espaços físico e virtual terão eventos interligados. “Vamos trazer o MIS de volta à discussão cultural. Queremos o Museu como um ponto de referência para artistas, públicos diversos, críticos e produtores culturais, retomando a posição que o espaço já ocupou na cidade e na cena brasileira”, afirma Daniela Bousso. |
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