Blog da redação
Morre vocalista dos Cramps Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Sex, 06 de Fevereiro de 2009 15:32
Erick Lee Purkisher (nome de batismo de Lux Interior) faleceu na manhã de quarta (4) em decorrência de problemas cardíacos. Purkisher fundou os Cramps em 1972, ao lado da guitarrista Poison Ivy, com quem se casaria mais tarde. A banda participou da cena punk novaiorquina, se apresentando no lendário CBGB´s, no decorrer dos anos 70. Os Cramps eram uma banda temática: sadomasoquismo e filmes B davam o tom. Conhecido por ser um frontman ativo, Purkisher escalava as montanhas de amplificadores, engolia o microfone e... tirava a roupa. Tinha 62 anos.




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Sopa Auditório estreia domingo Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Sex, 06 de Fevereiro de 2009 14:33
O programa apresentado pelo agitador Roger de Renor muda de nome (antes era Sopa Diária) e passa a ser semanal, algo bem razoável, se levarmos em conta a dificuldade que deve ter sido arranjar uma banda-atração todo dia. O Sopa muda de cenário para ganhar auditório: deixa os estúdios da TV Universitária e será transmitido ao vivo da Torre Malakoff, no bairro do Recife. Na estréia, a ser exibida no domingo 8, às 16h30, o programa traz Lula Côrtes e Má Companhia, Orquestra do Maestro Ademir Araújo, Projeto Lambe-Lambe e Renato L. O novo Secretário de Cultura do Recife e o Gerente de Cultura de Jaboatão serão os primeiros entrevistados de Roger, que continua com suas discussões polêmico-culturais. Para participar do auditório, basta comparecer à Torre Malakoff às 16h
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Jogo de sentidos Imprimir E-mail
Escrito por Adriana Dória Matos   
Seg, 02 de Fevereiro de 2009 14:33

Paulo Bruscky é o tipo de artista que anda por todos os cantos interagindo com o lugar, atento a qualquer senha ou iluminação que abra sentidos, literais ou diversos. Esta afirmativa pode parecer banal ou evidente, mas não são todos que cultivam a arte do flanar atento. No caso desse artista, a atenção aos signos urbanos adquire uma divertida carga de humor, não raro transformada em jogo verbal. Foi justamente o que aconteceu em 1982, quando Bruscky deparou-se com a sigla do Ministério da Infância e da Juventude, em Paris. Como estava indicado "MIJE" no muro de entrada, ele não teve dúvida: cumpriu a "ordem", ainda que numa simulação. O próprio artista explica a brincadeira com o sentido das palavras, tão presente em sua obra: "Subverter sempre só tem sentido se não parecer palavra de ordem, se permitir a recreação, que é o mesmo que recriação".

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Jovem libertário Imprimir E-mail
Escrito por Diogo Fonseca   
Qui, 22 de Janeiro de 2009 09:53
O escritor James Joyce até hoje espanta pela sua complexidade e transgressão. Tanto pela forma como pelo conteúdo da sua obra, o irlandês sofreu com a censura a alguns de seus livros. Nos Estados Unidos, por exemplo, Ulisses foi proibido até 1933, 11 anos depois da sua primeira publicação pela Shakespeare and Company. Mesmo antes de ser vítima do puritanismo, Joyce fazia defesa da liberdade na arte. Quando ainda estudava no Clongowes Wood College, um colégio de jesuítas, foi o único aluno que se recusou a assinar protesto contra o conteúdo “pagão” da peça A condessa Cathleen, de W. B. Yeats. (Diogo Guedes)
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Robert Plant, o melhor vocalista do rock Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Seg, 05 de Janeiro de 2009 10:52
A publicação inglesa Planet Rock divulgou uma lista com os melhores cantores de rock de todos os tempos, numa eleição dos leitores, como é costume naquele país. O primeiro da lista foi Robert Plant, frontman da superbanda Led Zeppelin. Plant é seguido por Freddie Mercury, o finado vocalista do Queen, e Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company, atualmente em turnê com membros remanescentes do Queen). Repleta de ícones de classic rock, a lista só conta com dois nomes dos anos 80: Axl Rose e... Jon Bon Jovi.










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Inédita dos Beatles Imprimir E-mail
Escrito por Diogo Guedes   
Seg, 29 de Dezembro de 2008 14:04
Ex-beatle mais bem-sucedido na carreira solo, Paul McCartney tem chamado bastante a atenção por suas recentes declarações. Além de ter confessado que adoraria gravar um disco com Bob Dylan, ele falou pela primeira vez, publicamente, de uma canção inédita do quarteto londrino, Carnival of Light. Segundo Paul, a música – uma improvisação de 14 minutos feita 40 anos atrás e influenciada por John Cage e Karlheinz Stockhausen – só não chegou até hoje às mãos do público pelo veto de Ringo Starr, Yoko Ono e da viúva de George Harrison, Olivia. O motivo? Os três, mesmo depois de toda experimentação feita no mundo da música até hoje, considerariam Carnival of Light muito de “vanguarda”. Se ela for tão inovadora assim – e pode apostar que não é para tanto –, existe então mais um motivo para mostrá-la.
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Dando uma de Bush Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Seg, 29 de Dezembro de 2008 14:03

O democrata Bill Clinton, que governou os EUA entre 1993 e 2001, era um presidente cool: tocava sax, admitiu abertamente ter fumado maconha etc. É ele que aparece na abertura do filme-show Shine a light, que Martin Scorcese fez com os Rolling Stones. Na película, o ex-presidente apresenta a sua família, com sogra e tudo, à banda. Caretice que Keith Richards, o stone mais espirituoso, não deixou passar, comentando:


– Ei Bill, você tá dando uma de Bush.

 

 

 

 

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Cala-te, boca Imprimir E-mail
Escrito por Fred Navarro   
Seg, 29 de Dezembro de 2008 14:01
Paulo Francis era um, mas não o único, que insistia em lembrar que bons atores, diretores e produtores deviam atuar e fazer bons filmes, e nunca dar entrevistas. O besteirol saído de bocas famosas já tem coletâneas de sucesso, lá fora. A seguir, exemplos que dão uma idéia das batatadas desse povo que vive em volta das câmeras: “Da próxima vez que eu mandar um idiota fazer alguma coisa, vou eu mesmo!”, Michael Curtiz, diretor de Casablanca; “Deveriam examinar a cabeça de alguém que procura um psiquiatra”, Samuel Goldwyn, um dos maiorais de Hollywood; “Não é preciso inteligência para ser ator”, Jodie Foster, atriz de Taxi driver e O silêncio dos inocentes; e para concluir, uma de Robert Duvall, ator em O poderoso chefão e Apocalypse Now, e também respeitado diretor: “Os franceses não passam de alemães com estilo.”
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Homenagem ao autor de Boas Festas Imprimir E-mail
Escrito por Continente Online   
Ter, 23 de Dezembro de 2008 17:56

“Anoiteceu, o sino gemeu / E a gente ficou feliz a rezar / Papai Noel, vê se você tem / A felicidade pra você me dar”. Os versos são de uma das mais famosas canções natalinas brasileiras, Boas Festas. Sucesso em 1933 na voz de Carlos Galhardo (e regravado diversas vezes desde então), a música, embora nem todos saibam, é de autoria do compositor baiano Assis Valente, autor de sucessos como Cai, cai, balão e Brasil Pandeiro.

A importância de Assis Valente – que variou de um grande reconhecimento, quando cantado por Carmen Miranda e Araci Cortes, para o esquecimento na década de 50 – para a música brasileira é enorme. Além de sambas marcantes, o compositor é considerado o responsável pela invenção das marchinhas natalinas.

Assis Valente, um dos compositores de sambas mais importantes da primeira metade do século XX, é marcado pelas incertezas biográficas. Familiares, amigos e pesquisadores divergem sobre o local – que oscila entre os municípios de Santo Amaro, Pateoba e Bom Jardim e o bairro de Campo da Pólvora, em Salvador – e data – 19 de março de 1908 ou 1911 - de nascimento do baiano, que afirmava ter sido roubado de seus pais para trabalhar para uma família e ser educado à noite.

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Warner retira conteúdo do Youtube Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Ter, 23 de Dezembro de 2008 14:34
A gigante Warner, cujo cast abrange Red Hot Chili Peppers, James Blunt e My Chemical Romance, entre outros, iniciou no último domingo (21) uma operação para remover conteúdo de todo o seu elenco no Youtube. A major tinha sido a primeira a negociar com o Grande Y. Pelo acordo fechado em 2006, a Warner liberou seu conteúdo, condicionado a uma porcentagem sobre publicidade (à época, incipiente, mas a gravadora contava que a renda ia crescer, o que não aconteceu). Outras gravadoras foram vítimas do mesmo fiasco, e até agora nenhuma chegou a um acordo definitivo com o site de vídeos. Caso aquelas adotem a mesma estratégia da Warner (como já fizeram há três anos), o Grande Y, que nos EUA, só em outubro, recebeu 100 milhões de visitas, pode deixar de existir - pelo menos da maneira que nós conhecemos.
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