Blog da redação
O Toureiro X O Pensador Imprimir E-mail
Escrito por Eduardo Maia   
Qua, 03 de Setembro de 2008 10:33
torero

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“El Gallo” – Rafael Gómez Ortega – foi um toureiro espanhol famoso, irmão do mais famoso ainda Joselito. Adorados por toda a Espanha, eles se relacionavam com a alta sociedade do seu tempo. Numa ocasião, alguém quis apresentar “el Gallo” a Don José Ortega y Gasset. Curioso, o toureiro perguntou quem era aquele senhor tão reverenciado por todos. Responderam que se tratava do mais eminente filósofo espanhol daqueles tempos. Então, o matador pediu que alguém lhe explicasse em que consistia tal profissão. “Os filósofos se dedicam a pensar”, disseram. Assombrado, “el Gallo” exclamou “tem doido pra tudo mesmo”.

 

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O furacão louro, Marilyn Monroe, em imagens inéditas. Imprimir E-mail
Escrito por Gabriela Lobo   
Ter, 02 de Setembro de 2008 17:56

Uma gravação Caseira da lendária atriz de Hollywood Marilyn Monroe apareceu na Austrália, quase 50 anos após ter sido gravado, e será vendido em um leilão. 

O leiloeiro, Charles Leski, explicou que o vídeo 8 milímetros de 2.5 mim mostra Monroe e seu parceiro de cena,Tony Curtis, no set de Some like it hot (Quanto mais quente melhor) antes de filmar uma cena de praia onde a atriz tenta atrair a atenção do ator.

As imagens, em que também aparece o diretor Billy Wilder, foram gravadas, no início de 1959, por um oficial da marinha americana que tinha sido convidado a filmar o set após uma visita de Marilyn à sua base em San Diego. 

Após a morte do militar, a fita, em sua caixa original, foi passada a sua filha, que vive em Melbourne, Austrália. Após o filme ter ficado quase uma década trancafiado em uma gaveta, ela decidiu colocar a película à venda por pensar que poderia ser de alguma importância para o mundo do cinema.
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O último adeus ao mestre Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Lins   
Seg, 01 de Setembro de 2008 18:08
No meio da estrada para o cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, uma placa sinaliza o caminho da Casa da Rabeca Mestre Salustiano. Assim como os cartazes de shows sediados naquele espaço, colados em muros, a placa é apenas um sinal da herança que o Mestre deixou, para nós e para seus 15 filhos, dos quais boa parte seguiu a carreira do já saudoso rabequeiro.
Depois de ter sido velado na Casa da Rabeca, o corpo de Salu foi enterrado hoje, por volta das 16h. Além de familiares, a ocasião reuniu populares, autoridades da política e da cultura. “Salu cumpriu sua passagem na terra de forma extremamente rica. Ele é parte do movimento de afirmação da força da cultura popular pernambucana. Sua vida toda merece aplauso”, frisou o Governador do Estado de Pernambuco, Eduardo Campos, cujo avô era amigo pessoal do Mestre. "A morte é um acidente da vida. Salu continua vivo dentro de nós. Ele viveu e lutou por idéias, por paixões. O mestre é patrimônio imaterial do Brasil", sublinhou a presidente da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), Leda Alves.
Num ato de celebração à vida eterna, que lembrou o enterro de Chico Science, mais de dez anos atrás, caboclos de lança faziam reverência ao Mestre, enquanto um coro cantava a música “Doce de Caju”, de sua autoria.
“Nós, do Governo, vamos fazer o possível para manter a obra dele viva”, completou o Secretário de Cultura do Estado, Ariano Suassuna. Nem precisa. O bom e velho Salú, a partir de agora, vive para sempre. Viva o Mestre.
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Desenterrando García Lorca Imprimir E-mail
Escrito por Eduardo Maia   
Seg, 01 de Setembro de 2008 14:58

O juiz Baltasar Garzón decidirá na próxima semana se procede a exumação da vala comum na qual se encontra o poeta Federico García Lorca. Desta forma, poderá ser revelado como foi, de fato, a morte do poeta e das outras três pessoas que foram fuziladas com ele no dia 18 de agosto de 1936.

Garzón tem a oportunidade de revelar como foram as últimas horas de uma das figuras mais importantes e célebres da literatura espanhola. O hispanista Ian Gibson acredita que, antes de morrer, Federico García Lorca foi torturado e a análise de seus restos mortais poderia confirmar ou desmentir esta teoria.

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Mestre Salustiano morre aos 62 anos Imprimir E-mail
Escrito por Yuri Bruscky   
Seg, 01 de Setembro de 2008 09:40
A cultura pernambucana sofreu um grande golpe neste último domingo. Faleceu na manhã de ontem, por volta das 7h55, vitimado por complicações cardíacas decorrentes da doença de Chagas, Manoel Salustiano Soares, popularmente conhecido como Mestre Salu. Nascido em 12 de novembro de 1945, no município de Aliança, situado na Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco, Salu destacou-se como um dos grandes nomes da cultura popular em nosso Estado, não apenas pela sua contribuição artística, como pelo seu carisma e poder de articulação frente a outros grupos e artistas, além do traquejo na lida com as instâncias
burocráticas oficiais.

Seu corpo foi velado ontem, na Casa da Rabeca, localizado na Cidade Tabajara, em Olinda, tradicional espaço fundado por Salu, onde ele costumava se apresentar e receber convidados diversos, sempre em animados festejos. O enterro acontece hoje, às 15, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista. O espólio do artista é vasto, se considerado a partir de sua experiência de vida, porém reduzido, no que tange à sua discografia. Sonho da Rabeca, seu primeiro disco, só veio a ser lançado quando o músico já contava 45 anos de carreira. A ele seguiram-se As três gerações, Cavalo-marinho e Mestre Salu e a sua rabeca encantada.
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Sem patriotadas Imprimir E-mail
Escrito por Homero Fonseca   
Sex, 29 de Agosto de 2008 15:55
A escritora portuguesa Inês Pedrosa, autora de A eternidade e o desejo, comparando Eça de Queiroz e Machado de Assis, diz que o primeiro tinha certo viés sociológico, enquanto o brasileiro, além de primar pela construção psicológica dos personagens, alçava o estilo a uma construção estética.
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Colesterol, Yes Imprimir E-mail
Escrito por Carlos Eduardo Amaral   
Sex, 29 de Agosto de 2008 15:54
Os produtos low-fat (com baixo teor de gordura) têm um nicho de mercado garantido na Grã-Bretanha e na Irlanda, possivelmente resultado de uma consciência alimentar adquirida se pensarmos por exemplo no alto colesterol gritante do tradicional full breakfast inglês e suas variações no resto do Reino Unido, no Eire e nos Estados Unidos, sempre à base de ovos e bacon. Em Edimburgo, o Scottish Breakfast leva ovos estrelados, bacon, feijão, lingüiça frita, salsicha idem, white pudding (tipo uma tortilha de banha de porco, sem sangue – com sangue é o black pudding), torradas e margarina. O sabor do feijão não se parece nada com o nosso, é bem adocicado, e o caldo dele é menos espesso.
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Cinemateca lusa Imprimir E-mail
Escrito por Fernando Monteiro   
Sex, 29 de Agosto de 2008 15:53
A Cinemateca Portuguesa completou 50 anos, em junho. E até o final de 2008, estará comemorando o cinqüentenário com mostra de vários clássicos, revisão de ciclos e uma exposição que contará não só a história do edifício-sede, mas também exibirá todos os catálogos, cartazes e fotografias que documentam a história dessa muito especial sala de cinema de Lisboa. Também está programado um ciclo dedicado ao realizador português António Lopes Ribeiro, cujo centenário transcorre neste ano.
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Alienígenas Imprimir E-mail
Escrito por Fernando Monteiro   
Sex, 29 de Agosto de 2008 15:50
Única presença brasileira entre os oito escritores que encerraram a sexta edição da Flip, lendo trechos de alguns de seus “livros favoritos”, a gaúcha Cíntia Moscovich teria o direito – inclusive constitucional, reconheço – de escolher, para a sua leitura, até um trecho de autoria da “mãe-de-calô-de-figo”, tudo bem. Mas, que tal se a moça houvesse aproveitado a oportunidade para homenagear algum autor brasileiro vivo ou morto (por exemplo, Machado de Assis, cujo centenário de morte está transcorrendo – neste 2008 que marca também o centenário de nascimento de Guimarães Rosa), no lugar de ler trecho de um dos romances do apenas mediano escritor israelense Amos Oz?
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Burrocracia Imprimir E-mail
Escrito por Luiz Arrais   
Sex, 29 de Agosto de 2008 15:49
Da coluna "Direto da Fonte", de Sonia Racy, nO Estado de S. Paulo, de 8 de junho: um parecer do MinC justificava a demora em liberar o espetáculo O processo, para incentivos da Lei Rouanet. É que faltava a assinatura de um certo... Franz Kafka.
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